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E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus. (Zacarias 13:9)















quarta-feira, 26 de outubro de 2011

QUANDO O MUNDO PARECE CADA VEZ MAIS ESTRANHO...

                Recentemente, discuti – na acepção amistosamente ideológica do termo – com um colega, acerca dos critérios um tanto claudicantes – já na acepção cabeçuda deste que vos escreve – adotados por uma seleção de vídeos amadores, de curta metragem.  
               Sem disfarçar minha ingenuidade gaiata, confessei-lhe certa decepção, pois as películas laureadas não dispunham de algum enredo ou temática de profícua colaboração à cultura local (fulcro maior, em princípio, daquele evento).  Talvez, com uma ou duas exceções, tratava-se de histórias banais, desprovidas de significado para justificar ampla repercussão. Todavia, reconheci que (também com exceção de uma ou outra filmagem), em compensação, eram produções tecnicamente menos grosseiras ou precárias.

               Argumentei que, a despeito da razoável elaboração técnica, a obra geral padecia, conjuntamente, naquilo que eu considero O PRINCIPAL a qualquer feito artístico: O CONTEÚDO. E por isso entendo ser a sinopse dialética, a utilidade social, quais valores e reflexões são agregados ou têm potencial de ser extraídos pela plateia mediana.
               Tanto é assim, que até mesmo o surrado brocardo nos admoesta a não julgarmos o livro por sua capa (ou folhas coloridas). Tanto é assim que, se um filme é premiado - quase que exclusivamente - por sua destacada produção técnica (ângulos das tomadas, qualidade das interpretações, locações, cenários, etc.), em detrimento de sua proposta crítica, por exemplo, então... Buenas, por esse prisma, um vídeo pornográfico, “bem” filmado (em termos técnicos), poderá ser aclamado pelo grande júri!  Uma música, com belíssima melodia, porém com letras chulas e obscenas, poderá ser entronizada pelo gosto da patuleia!
                                      
               Barbaridade, no descer das cortinas, acho que é isso mesmo que acontece no mundão, não é? Arte pela arte... Ainda lembro que o caboclo da prosa, cristão evangélico, reconheceu que certa filmagem, de natureza evangelizadora e não selecionada naquele festival, até mereceria ser divulgada na(s) igreja(s), mas não naquela amostra de cinema.  Ora, mas o que é bom para os crentes não será bom para o mundo? E não devemos levar luz ao mundo, em vez de retê-la em nossos próprios aposentos?   “Vocês são o sal para a humanidade; mas, se o sal perde o gosto, deixa de ser sal e não serve para mais nada. É jogado fora e pisado pelas pessoas que passam. Vocês são a luz para o mundo. Não se pode esconder uma lamparina para colocá-la sobre um monte. Ninguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto. Pelo contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine todos os que estão na casa. Assim também a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu”. (Mateus 5:13-16)

               Evidentemente, não se aprecia um filme apenas por seu roteiro. Há se examinar outras qualidades em sua criação (mas insisto que a criatividade  enaltece a finalidade. Do contrário, arriégua, seguimos de "O Código da Vince", "Harry Potter" e outros despautérios) . De qualquer sorte, exarei o pequeno rodeio em epígrafe, apenas para propor certo paralelismo com o assunto precípuo desta resenha: hoje, 26 de outubro de 2011, leio a manchete do jornal: “STJ concede o casamento civil entre homossexuais”.  Irmãos, provavelmente vocês devem compartilhar da minha angústia, do desconforto causado pela adoção coletiva da forma, as aparências (nesse caso, a forma “legal”, pelo aparente “espírito democrático” do beneplácito), em detrimento do conteúdo, da substância (suas implicações morais e inclusive dialéticas). Pois no momento em que, OFICIALMENTE, nossa nação ADOTA O PECADO em seu ORDENAMENTO PÁTRIO, o que nos faz diferentes de Sodoma e Gomorra?


- Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz.  (Salmos 36:9)

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