Um dos motivos para conservação da virgindade, para a união matrimonial, encontra-se no suporte psíquico sobre um instinto fisiológico. Explico-me: além das determinações bíblicas, a abstenção sexual anterior ao casamento atenua as tentações do adultério e dos pecados de pensamento. E isso me parece facilmente verificável, vez que algo inédito, uma sensação ainda não vivida não exercerá tanto poder de atração.
Não suficiente, sabemos que o sexo é um aspecto muito explorado pela mídia e pela cultura secular. Hodiernamente, para um cristão acessar a internet está cada vez mais complicado, nesse sentido (quando menos se espera, ops, olha ali, uma imagem “daquelas”...). Ora, com poucas exceções, uma relação sexual implica repercussões intensas, cenas que ficam retidas pela memória, com tendência a ser repetidas e a pedir mais e mais. Camarada, imagine essa bola de neve aumentando, sem limites, para calcular o estrago futuro.
Via de regra, uma conjunção carnal envolve laços espirituais. Pois no mundo espiritual ocorre uma ponte de “fragmentos” de cada alma, semelhante a reações químicas na natureza e à própria troca de fluídos dos organismos amantes. Analise, assim, quão complicada pode ficar a mente do caboclo que “transou com várias”. Como uma colcha de retalhos, sua alma é diuturnamente desafiada por uma atração que beira o vício de uma cocaína, por exemplo.
"Cria em mim, ó Deus, um coração limpo, e dá-me uma mente renovada e firme. Não me afastes da Tua presença, não me prives do Teu Espírito Santo. Dá-me novamente a alegria da Tua salvação; obedecer decididamente quero-te. Assim poderei ensinar os Teus caminhos aos transgressores, e os pecadores voltar-se-ão para Ti ". Salmo 5l: 10-12
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