Programações

Domingo - Escola Bíblica: 9h30min - Culto: 19h30min Segunda - Grupo de oração: 20h Quarta - Ministério de Pequenos Grupos: 20h Sexta - Grupo de oração: 20h Sábado - Ministério igreja do bairro João Goulart - Ensaio do Coral

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E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus. (Zacarias 13:9)















quarta-feira, 23 de março de 2011

Problemas, Desafios e Oportunidades

         Hoje convido os queridos visitantes para uma breve análise, acerca dos três conceitos acima. De imediato, reparem que eles sugerem uma conexão. Senão, vejamos: um problema pode ser derivado de obra maligna, ou ainda do pecado. A partir de sua identificação, torna-se um desafio encontrarmos a melhor saída possível. Para que isso ocorra, qual método devemos adotar? Simples, o de Cristo. Orando ao Pai, deixando que o Espírito Santo nos conduza, consoante os propósitos do Senhor para as nossas vidas.
         Após esse processo, teremos oportunidades (chances para provocarmos situações favoráveis e profícuas). Interessante recordarmos de que, no mandarim (língua chinesa), o ideograma que representa o conceito de “crise” significa, a um só tempo, também o de “oportunidade”.

         E o que devemos fazer, na prática, quando confrontados por problemas, durante o nosso cotidiano? Primeiro, examinar com cuidado a origem deles. Há seta do maligno? Ou ocorre algum pecado até então despercebido? Nessa ocasião, uma boa conduta está na oração focalizada, preferencialmente conjunta, inspirada pela Palavra e com auxílio de um pastor.

         A seguir, com o descobrimento da causa, passamos para o desafio da solução. Esse momento é delicado e belo, pois é quando devemos extirpar paradigmas, vínculos, laços espirituais. Remover entulhos mentais, dar espaço para que as decisões sejam apontadas pelo Alto (e não pelo automatismo da nossa lógica secular, preferências, costumes e hábitos). Tempo para derrubarmos velhos troncos, infrutíferos ladrões de recursos em nossos pomares. Lindo – e muitas vezes difícil – gesto de confiança real, diante do perigo iminente.
         Ocasião para nos atirarmos nos braços do Papai (mesmo quando não estamos lá muito convictos de que Ele vai nos sustentar), em vez de aplicarmos o nosso jeito pessoal, na tentativa de contornar situação preocupante. Instante dourado para descansarmos nas mãos afáveis, amorosas, acolhedoras e poderosas de um incomparável Abba El Shaddai Jeova Jireh! Na verdade, Ele espera por isso. Lembram do sacrifício de Abraão? “Então falou Isaque a Abraão seu pai, e disse: Meu pai! E ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.” (Gênesis 22:7-8)

         A título de ilustração, podemos verificar com certa frequência uma carga inusitada de problemas na vida de um crente, logo após o seu batismo. Coincidência? Longe disso. Vejamos o que ocorreu assim que Jesus Cristo foi batizado por João Batista: um deserto. Solitariamente, por quarenta dias, uma luta contra as ilusões do diabo. Aliás, pensemos sobre a vida terrena do Deus Filho. Não foi, desde o seu início (o nascimento do Rei dos Reis, na manjedoura de um estábulo, às escondidas), meio (família pobre, sem posição social, mestre rejeitado pelas autoridades locais) e término (na cruz, ladeado por criminosos), uma sucessão de problemas/desafios que foram transformados em oportunidades? Acaso Deus não fez – e faz - do limão uma limonada?

         Nossa vida, irmãos em Cristo, é marcada pelos desertos que devemos atravessar. Esta transição terrena não é o nosso destino, mas apenas os espinhos que precisamos sobrepujar, graças ao poder e misericórdia do Redentor. Afinal, como haverá crescimento, sem a superação gradual de obstáculos? Como será possível desenvolver a intimidade com Jesus Cristo, se não reconhecermos a natureza das nossas cruzes?
 E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.” (Mateus 13:22)  Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”  (João 16:33)

         Mais um exemplo? Observemos os familiares, a parentela do cristão fiel. Até mesmo entre os pastores, muitas vezes encontramos ovelhas desgarradas, pessoas que estão no mundão, rebelados, distantes de Jesus. Tornam-se, amiúde, a “pedrinha no sapato” dos evangélicos. Parece que o diabo faz questão de zombar, algo parecido como “ah é, então você resolveu sair dos meus domínios? Pois vou te incomodar, quero ver se tem fé de verdade. Eu vou redobrar a guarda de demônios na vida do teu(tua) irmão(ã), filho(a), pai (mãe), marido(esposa), etc. Vai ter de orar muito, muito mesmo, viu seu crentezinho de m.” 
VISITE-NOS !!!
         Portanto, necessitamos ficar atentos. Orando e vigiando, sem cessar. Aquele que se julga maduro e elevado, cuide para não cair (o impacto da queda será maior). Se tudo vai às mil maravilhas, há algum tempo parecendo um mar de rosas... Hummm, desconfie, talvez seja um bom momento para aplicar o nosso “antivírus”. Porquanto não somos chamados para uma existência de perene satisfação com as coisas deste mundo “que jaz no maligno”. Estamos em território inimigo, todos os dias somos instados para uma batalha espiritual, quer estejamos cientes disso ou não! Jesus já nos alertou, muito previamente: neste mundo com certeza teremos encrencas, sapos, dissabores, perrengues e injustiças em nossas as costas (se com o nosso general foi assim, por que estariam dispensados desse obstáculo os seus soldados?).  Porém, se persistimos, combatendo o bom combate, teremos a oportunidade de burilar a nossa fé, estreitando o relacionamento com Deus, redobrando nossa unção, santificados na graça, como adoradores verdadeiros à estatura do Mestre. 
Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” (1 João 2:15-16)

Sugestão para o dia de HOJE: assista ao vídeo

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