Programações

Domingo - Escola Bíblica: 9h30min - Culto: 19h30min Segunda - Grupo de oração: 20h Quarta - Ministério de Pequenos Grupos: 20h Sexta - Grupo de oração: 20h Sábado - Ministério igreja do bairro João Goulart - Ensaio do Coral

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E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus. (Zacarias 13:9)















domingo, 27 de março de 2011

QUANDO DEUS PARECE DISTANTE

             Deus é real, a despeito de como você se situa. É fácil adorar a Deus quando as ocasiões vão bem. Mas o que você faz quando Deus parece estar a milhões de quilômetros?
            A mais profunda adoração é louvar a Deus, apesar da dor ou das preocupações. Amizades são frequentemente testadas por separação e silêncio.
   
            Philip Yancey observou sabiamente: “todo relacionamento passa por períodos de proximidade e distanciamento, e, no relacionamento com Deus, por mais íntimo que seja, o pêndulo vai oscilar de um lado para o outro.” É aí que a adoração fica difícil, mas assim se desenvolve a fé (a confiança em Deus, independentemente das circunstâncias). Para amadurecer a amizade, Deus irá testá-la com períodos de aparente separação. João da Cruz se referiu a esses dias de seca espiritual como “a noite escura da alma”, outros mencionam como “o inverno do coração”.
            Com exceção de Jesus, Davi foi provavelmente quem teve uma amizade mais íntima com Deus. Ainda assim, ele reclama da aparente ausência de Deus (Sl.22.1). Aliás, o próprio Filho de Deus padeceu desse suposto distanciamento do Pai. É certo que Deus não abandonaria Davi, assim como não abandona você (Dt.31.8; Sl.37.28; Mt.28.20). Todavia, DEUS NÃO PROMETEU: “VOCÊ SEMPRE SENTIRÁ A MINHA PRESENÇA”, ao contrário, Ele reconhece que algumas vezes esconde a sua face de nós (Is.45.15).

            Existem momentos em que nosso Papai parece ter desaparecido de nossas vidas, sem deixar pistas. Assim ocorre também quando não se trata de pecado – o qual nos desliga do relacionamento, impede-nos de tomar posse das bênçãos, entristecendo o Espírito de Deus e sufocando nossa amizade pela desobediência (o desvio no percurso do Bem celestial). (Sl. 51; Ef. 4.29-30; 1Tes 5.19; 1C
or. 8.12; Tg.4.10) Tal “provação” é uma parte normal do crescimento de sua amizade com Deus. Todo cristão passa por isso ao menos uma vez e em geral várias vezes.
            É doloroso e perturbador, mas absolutamente vital para o desenvolvimento de sua fé. Jó sabia disso (Jó 23.8-10). Nos dias de hoje, o erro mais comum que os cristãos cometem ao adorar é buscar uma experiência em vez de buscar um relacionamento íntimo com Deus. Eles buscam sensações, remas bíblicas, lágrimas, júbilos e arrepios. Se isso acontece, concluem que foram bem sucedidos em adorar. ERRADO! Na realidade, Deus amiúde afasta as nossas sensações para não dependermos delas.
           
            Quando você é um cristão novo, Deus lhe dá muitas emoções comprobatórias, para que você saiba que Ele existe. Contudo, a medida que você cresce na fé, Ele irá emancipá-lo dessa dependência. Pois a onipresença de Deus e a manifestação de sua presença são coisas diferentes. A primeira é fato, a outra é geralmente uma sensação. Ele está mais interessado em ter a nossa confiança, e não tanto que o sintamos.  Fé – e não sentimentos – agrada a Deus.

            “Nunca duvide na escuridão do que Deus lhe disse na luz.” (V. Raijmond Edman)

TEXTO DE AUTORIA DE Rick Warren, ADAPTADO POR Alziléa Galhardo Barbosa Silva e objeto de estudo na Escola Bíblica Dominical, hoje, pela manhã.

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