Programações

Domingo - Escola Bíblica: 9h30min - Culto: 19h30min Segunda - Grupo de oração: 20h Quarta - Ministério de Pequenos Grupos: 20h Sexta - Grupo de oração: 20h Sábado - Ministério igreja do bairro João Goulart - Ensaio do Coral

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E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus. (Zacarias 13:9)















quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Afinal, confia ou não confia?

           Um dos grandes desafios ao entendimento e comprovação pelo novo convertido esbarra, não por coincidência, em um velado “tabu” das igrejas sérias (em contrapartida, assunto explorado em demasia por igrejas de idoneidade duvidosa): o dízimo.
            Desde o Antigo Testamento, passando pelo Novo, sabemos que cabe à comunidade eclesiástica cuidar das despesas materiais imediatas, para manutenção dos templos e assistência dos membros mais necessitados.  Ainda hoje, com alguma facilidade, qualquer leigo pode supor que uma igreja implica débitos mensais para sua operacionalidade.
            Nessa esteira, alguns se sentem constrangidos em falar, abertamente, sobre o DIREITO e DEVER do dízimo, mormente ao fito de não serem confundidos com larápios dos púlpitos (golpistas sobre a fé alheia). 
            Direito, pois ao fiel Deus permite ser experimentado (Malaquias 3:10-11) em sua bondade, de maneira a afastar os gafanhotos do orçamento (dívidas acumuladas, contas inesperadas, sufoco financeiro a tirar o sossego, etc.).  Dever, pois tudo o que temos - vida, patrimônio, família, vontade, projetos, etc. - pertence ao Senhor. Somos apenas os administradores ou meros usuários das bênçãos emprestadas pelo Pai. Lembre-se da parábola dos talentos... E consoante os planos divinos, expressos em sua Palavra, devemos restituir o dízimo  (portanto, não estaremos “dando” coisa nenhuma a Deus,  mas DEVOLVENDO uma pequena fração daquilo tudo que Ele nos destinou).
            Costumo propor, ao irmão que ainda questiona a veracidade desse preceito, o  seguinte teste: observe dois meses em que seus rendimentos não foram cobertos pela “apólice de seguro” do dízimo. A seguir, experimente dizimar por dois meses. E compare.
            Nosso Criador celestial é imenso, incomensurável em seu amor, compaixão e providência. A prosperidade somente não nos alcança em duas situações: quando estamos diante do pecado (porquanto ele nos separa de Deus) ou quando há um propósito do Pai em nossas vidas, para uma área carente de desenvolvimento.  Afinal, em vez de nos propiciar uma felicidade calcada em bens terrenos, Jesus Cristo nos convida para sermos obedientes ao Pai e levarmos uma vida abundante, satisfeita por estar a serviço do próximo. Quer sejamos pobres ou ricos, monetariamente.
            Ademais, teologicamente, explica-se o dízimo pela premência da fé. Pois Deus não precisa dos nossos míseros dez porcento para sua obra. Antes disso, ele deseja a nossa real confiança.  Pois sabemos que o órgão mais sensível do corpo humano é o bolso... (Risos.)
            Nosso Aba querido aguarda pela profunda e irrestrita aceitação dos seus filhos, inclusive nos assuntos que dizem respeito ao din-din, por que não? Espiritualmente, precisamos dar esse passo de maturidade de nossa cristandade.  VIVER PELA FÉ, lembra-se?

             “Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda.”  (Provérbios 3:9)

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